Eu confesso que desde que voltei do Jamboree de Foz venho tentando NÃO pensar nele. E garanto que pelo menos metade dos que foram ainda fazem isso. O problema em pensar no Jambo é se lembrar do que passamos por lá (não que tenha sido TÃO ruim assim, pelo contrário, foi o melhor acampamento de toda minha história no movimento).
Pensar e se lembrar de cada momento dói tanto que só quem foi sabe o que é isso. Não é uma simples saudade, pois se fosse seria bom sentir algo assim. Aliás, confesso que é até bom sentir isso, mas não deixa de doer quando assistimos videos do que aconteceu, quando escutamos as musiquinhas que embalaram o nosso jambo (Quem aqui, se escutar a musica da marreca, não começa a dançar na mesma hora?) , ou quando nos lembramos do "TERRIVEL" tornado, tufão, furacão, ciclone, blábláblá que vivemos dizendo (e nos gabando) por ai que enfrentamos.
A verdade é que essa dor de perda não vai passar nunca, e é esse o problema ou o alívio.
Se você bloqueou todos os chats escoteiros depois do Jamboree só para não ter que lembrar do quanto foi perfeito e do quanto isso marcou você, saiba que isso não adianta de nada. Ou melhor, talvez até adiante. Vai fazer você perceber do quanto foi tolo por perder contato com seus melhores amiguinhos jamborianos (tá, eu viajei agora), e do que você perdeu nesses meses, anos ou dias que passou longe de todos os seus coleguinhas. ^^
ALEGRIA! Que venha o próximo Jamboree Nacional, Panamericano(que foi adiado por causa dos porcos.. hahaha), Mundial, Regional(eii, esse não existe), ou até mesmo CAMPOREE GAÚCHO.
É bom lembrar que ao final de cada acampamento desses, uma nova dor se juntará às dos outros acampamentos. Sendo bom ou ruim, que venham as dores! Pois, junto com elas virão também as alegrias, amizades, e principalmente, maturidade.
terça-feira, outubro 13
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário